10.6.06

Bloco de Esquerda e PNR

Revisionismo de esquerda: o caso do arrastão na praia de Carcavelos

Liberalismo e Doutrina Social da Igreja

Alvaro Vargas Llosa's Andean Blues

One of them, former President Alan Garcia, brought ruin to Peru in the 1980s -- hyperinflation, corruption, abuse of power. My family, which lived in Peru at the time, actively opposed his administration and my father sought to succeed him in the 1990 election. At one point, someone in the Navy brought to us information (subsequently made public) that thugs close to Garcia were planning an attack on my family, myself included, during a meeting in the basement of a national museum (Garcia claims he was not involved).

The other candidate, Ollanta Humala, was a former military officer accused of human rights violations who led a coup attempt against dictator Alberto Fujimori in 2000. He is now close to Venezuelan President Hugo Chavez and sought to replace the fragile republican institutions with an authoritarian, or caudillo-style, nationalist regime.

(...)

Many countries are experiencing a revival of pernicious ideologies that try to pit the indigenous population against what they decry as the false values of the Western civilization that has been a part of this hemisphere since the 16th century. Nowhere is this struggle more acute than in the Andes, with its strong indigenous roots, and to some extent in Mexico. Venezuela and Bolivia have already taken the anti-Western path, Ecuador could follow and Peru is torn between those who want to be a part of -- and to enrich -- a liberal democracy and market economy, and those who resent them. In Colombia, President Alvaro Uribe is a solitary bulwark against this Andean trend.

Behind the ethnic fracture is an ideological scam. Anyone who has traveled in the Andes understands that Indians and mestizos want to own property, to trade, to cooperate peacefully and, yes, to practice their many rich customs -- just like anyone else. They do not want a caudillo expropriating every aspect of their lives in the name of liberation. But indigenismo, the fraudulent ideology whose roots lie in decrepit European social utopias, has cleverly manipulated people who have a justified frustration with a liberal democracy that has not delivered the goods. So potential caudillos such as Humala have become powerful social symbols.

On Sunday morning, I went to vote in Barranco, my old neighborhood. I voted for Garcia, the lesser of two evils because not voting or casting a blank vote would have helped Humala. Garcia, now a moderate populist who says he does not want to break away from globalization, won with roughly 53 percent of the vote against Humala's 47 percent.

O papão do neoliberalismo

Sobre a cobertura em Portugal do ataque do MLST ao Congresso

Estado subsidia insultos religiosos

Caros amigos:

Pedimos desculpa pela ousadia deste email, mas temos direito à indignação.

O teatro da comuna está a exibir (ou vai exibir) uma peça espanhola que se chama "Me cago en Dios" e está a exibir cartazes de promoção em que aparece uma retrete aonde está a ser lançada uma imagem de Nossa Senhora de Fátima, um Crucifixo e outros objectos de culto.

Envio-vos a lista dos patrocinadores (e respectivos endereços electrónicos) e peço que divulguem porque isto é absurdo...

não queremos proibir nada, nem coarctar a liberdade de expressão e de arte.

Queremos é que não seja o estado, nós, a pagar isto...Como verão, são quase todos instituições do Estado.

Patrocinadores

Ministério da Cultura:
gmc@mc.gov.pt
gsec@mc.gov.pt
infocultura@min-cultura.pt
ffcmc@mail.min-cultura.pt
mcgri@mail.telepac.pt
igacgeral@igac.pt

Centro Cultural de Belém:
ccb@ccb.pt


Instituto das Artes:
geral@iartes.pt

Embaixada de Espanha
embesppt@correo.mae.es

Câmara Municipal de Lisboa
geral@cm-lisboa.pt

Fábrica Valadares:
comercial@valadares.com
joanaulisses@valadares.com

Teatro da Comuna:
teatrocomuna@sapo.pt

Se concordam connosco, divulguem e manifestem indignação.

Se discordam, pedimos desculpa pela ousadia e tempo ocupado.

Redistribuição justa da riqueza

Combustível e lastro

O Estado somos nós.

Infelizmente para a boa-vontade e o voluntarismo do Senhor Professor, não somos. O estado são as corporações, os sindicatos, os partidos políticos, as autarquias e autarcas, os grupos de pressão económicos e outros, as grandes empresas, 597 funcionários para 271 menores em risco, Institutos Públicos, os beneficiários dos regimes especiais, a miríade de subsídio dependentes e tantos grupos e portugueses de primeira. Não é o cidadão que espera dez anos por uma sentença judicial, os doentes que sofrem e morrem nas listas de espera do SNS, os alunos doutrinados na incompetência e nas meias verdades, os contribuintes espoliados e taxados como se não houvesse amanhã, as vítimas da corrupção e desleixo dos agentes do estado, o cidadão comum que sofre na pele a prepotência e a arrogância dos que deviam zelar pelos seus interesses, os técnicos e cientistas que emigram para lugares mais respiráveis. Não caro Senhor Professor, o Estado não somos nós.###
Disse ainda que a fonte e a solução dos problemas não é o estado, são as pessoas. De tão verdadeiro, não mereceria comentário, mas não me parece que seja essa a questão. A ubiquidade do Estado, na versão de que padecemos (o estado), potencia os problemas e trava as soluções. Potencia os problemas, porque dá os incentivos para que grasse a corrupção, o clientelismo e os pequenos e grandes poderes. Suporta uma educação sectária e ignorante. Premeia os pára-quedistas e financia as clientelas. Impede as soluções porque penaliza o empreendorismo, a busca do sucesso (já suficientemente mal vista pela generalidade dos portugueses) e a criatividade, com burocracias kafkiana, uma fiscalidade absurda e a extorsão dos recursos. Os programas de apoio que evacua, promovem a “full rent dissipation” de soma nula, fazem-no refém das clientelas, fomentam o desperdício. E sim, o Estado tem um papel no progresso e no bem-estar das pessoas. Não interferindo nas decisões e protegendo os direitos individuais. No fundo que se dedique ao seu core-business e que deixe o resto à consideração dos (aí sê-lo-ão) cidadãos.
O estado é o combustível dos problemas e o atrito das soluções.

Cartilha

E não nos esqueçamos...

"(...) and even an agnostic ought to concede that we owe our morals, and the tradition that has provided not only our civilisation but our very lives, to the acceptance of such scientifically unacceptable factual claims."

HAYEK, F. A. The Fatal Conceit: The Errors of Socialism. Chicago: The University of Chicago Press, 1989. p. 137.

Brasil a ferro e fogo

Gil Vicente fica na Superliga

A Comissão Disciplinar da Liga alterou a decisão do «caso Mateus». Maisfutebol explica-lhe como foi possível dar razão ao Belenenses e apenas oito dias depois alterar tudo e manter o Gil Vicente no campeonato principal.

(...)

5. Gomes da Silva acabou por não assinar o acórdão. Nem na segunda-feira, nem em qualquer outro dia.

6. Esta sexta-feira, dia 9, o presidente da CD comunicou que tencionava mudar o sentido de voto e apresentou declaração de vencido. Mesmo assim a decisão manter-se-ia desfavorável aos gilistas, por dois votos contra um. Mas não foi isso que sucedeu.

7. No decorrer da reunião, Domingos Lopes afirmou que afinal estava disponível para participar na decisão. E assim fez, votando de forma favorável ao Gil Vicente.

8. Face ao empate (2-2), Gomes da Silva chamou a si a decisão, argumentando com o facto de o cargo de presidente lhe permitir voto de qualidade. Uma situação que não está prevista nos regulamentos da Comissão Disciplinar, até por este órgão ser normalmente composto por um número ímpar de elementos (cinco).

9. Apesar de a decisão ter sido tomada esta sexta-feira, dia 9, no acórdão deverá figurar a data de 5 de Junho, segunda-feira, dia em que a primeira decisão foi depositada na sede da Liga, à guarda do secretário da CD, Rui Vieira.

Face a estes acontecimentos, Frederico Cebola e Pedro Mourão decidiram apresentar a demissão, algo que será formalizado no início da próxima semana, em carta a enviar a Adriano Afonso, presidente da mesa da assembleia geral da Liga de Clubes. Mal o façam, a CD deixará de ter o número mínimo de elementos para se manter em funcionamento, pelo que será necessário marcar eleições.

(via Blasfémias)

Ken Livingstone em defesa do amigo Hugo Chávez

Os critérios do Hamas

Hamas spokesman Sami Abu Zuhri said all the Palestinian organizations have the right to respond to Israeli aggression and that all means were acceptable in harming Israel, Israel Radio reported.

Caso a lógica de punição colectiva subjacente à posição do Hamas (que alega a legitimidade de quaisquer meios empregues para atacar Israel) fosse aceite, tal implicaria que incidentes como este, e outros em escala bem maior que estão plenamente ao alcance de Israel do ponto de vista militar, teriam de ser vistos como acções plenamente legitimadas.

9.6.06

Retribuição

Cavaco para apenas 5 anos?

Ann Coulter on Christians and science

"No science is ever frightening to Christians. Religious people don't need the science to come out any particular way on IQ or AIDS or sex differences any more than they need the science to come out any particular way on evolution...If evolution is true, then God created evolution."
- Ann Coulter, Godless, p. 277 (Fonte: RWN)

Nem o prato de lentilhas...

..."O Porto Acolhe a Corte"...
Tempos houve em que a essa gente nem sequer era permitido pernoitarem no perímetro da cidade.
Nem mais.

Spin estatístico

"És boa cumó milho"

E agora?


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Death of a Monster
After Zarqawi
View From Baghdad: How Zarqawi's Death May Change the Game
Just minutes after Maliki's triumphant press conference, he presented names for the still-empty posts of Interior, Defense and National Security in the new government. It was a solid win for the Sunnis and seen as a reward for finally turning on Zarqawi. For Defense, they got Gen. Abdel Qader Jassim, a Sunni general, the current commander of the Iraqi Army and, famously, the general who advised Saddam to withdraw from Kuwait in 1991. For the post of Interior minister, Maliki named Shi'ite Jawad al-Bolani, a former colonel under Saddam and a close aide to Sheikh Karim Al-Mohammadawi, the "Prince of the Marshes," a local Shi'ite boss in the south opposed to Iran. Both men will be acceptable to the Sunnis, who loathed the former interior minister, Bayan Jabr, a religious Shi'ite tied to the Badr Organization, a Shi'ite militia still believed closely connected with the Iranian Revolutionary Guards.Bolani's anti-Iran credentials are solid. In January 2005, while standing for election for the transitional Iraqi parliament, al-Bolani told TIME: "The Iranian system will never happen in Iraq, and most Islamic movements agree with me on that."
The Iraqi And Jordanian Blogospheres On The Death Of Zarqawi

Ann Coulter on "global warming"

"As Steven Guilbeault of Greenpeace explained, "global warming can mean colder, it can mean drier, it can mean wetter." No set of facts can disprove the environmentalists' secular religion. In 2004, former vice president Al Gore gave a speech on global warming in New York City on the coldest day of the year. Warm trends prove global warming. Cold trends also prove global warming. This is the philosophy of a madman."
- Ann Coulter, Godless, p. 190 (Fonte: RWN)

Um post desinteressado

A propósito das últimas reportagens da RTP

Julgo que a RTP começa a sair da casca com este tipo de reportagem sobre o nosso quotidiano, depois da que fez, uma semana antes, com a violência nas escolas. Sugiro que a próxima visita das câmaras passe por umas reuniões de acampamentos trotskistas, para , depois, filmarem conspirações de pedófilos, assaltantes de rua, mafiosos, "hooligans", aderentes ao terrorismo fundamentalista, etc., a fim de ficarmos a saber como temos necessidade de polícias, tribunais e prisões, desses "aparelhos" movidos a repressão que garantem ao Estado o monopólio legítimo da violência legítima. Do que vi na televisão, a reportagem foi exemplar, não havendo sequer necessidade de um carimbo ideológico nas lentes usadas, pelo tradicional recurso aos teóricos da esquerda revolucionária que ganham a vida como congreganistas do "caça-fascistas", tal como outros procuram os fantasmas dos que querem enforcar o último padre nas tripas do último papa, e vice-versa.

Estado tenta assimilar o sector privado

Os cargos públicos de gestão que não respeitem critérios de eficiência e eficácia passarão a ser sancionadas pelo Tribunal de Contas (TC), disse Oliveira Martins em entrevista ao Jornal de Negócios.

Esta novidade, que abrangerá toda a administração pública, decorre das alterações à Lei que regula a instituição liderada por Guilherme d’Oliveira Martins e que se encontra em discussão no Parlamento. O presidente do TC fala das principais mudanças do reforço dos poderes do tribunal. Para já, o levantamento do sigilo fiscal e bancário dos gestores fica de fora.

[Jornal de Negócios, meus links]
Como avaliar "critérios de eficiência e eficácia" se os objectivos são políticos?

Quotizações II

A ideia de um parlamento como orgão de soberania é que ele seja representativo da população. Mas representativo ao nível das ideias e das políticas, não enquanto radiografia demográfica. Afinal, o que distingue as opções políticas são ideias, não "acidentes" biológicos.

[Crónica do Migas]
Leitura integral recomedada.

Quotizações

A co-autora do Causa Nossa pode tranquilizar-se quanto à sua permanência nos lugares elegíveis das listas do PS. O chefe da bancada socialista, Alberto Martins, já anunciou que a lei voltará a ser votada, após algumas alterações, ainda nesta sessão legislativa, sem necessidade de uma maioria de 2/3 dos votos dos deputados.

Leitura recomendada

A entrevista de Jaime Silva, ministro da agricultura, ao Semanário Económico.

A agricultura europeia tem sido muito protegida. É uma política conservadora, havia direitos na importação extremamente elevados, havia a preferência comunitária. Não havia propriamente uma economia de mercado a funcionar. Com os acordos mundiais na OMC isso vai acontecer quer queiramos, quer não.(...)
Faltou sempre economia de mercado à agricultura portuguesa.(...)
Há, de facto, da parte da CAP uma atitude que eu considero excessivamente conservadora. De resto, o arauto ao nível político é o dr.Ribeiro e Castro. É excessivamente conservador porque tem medo da economia de mercado. Que é um paradoxo para quem está à direita no espectro político. Têm medo da dinâmica empresarial.(...)
A CAP hoje é uma confederação, onde há empresários por quem tenho muita consideração e um corpo de técnicos muito competentes, quase transformada no sindicato dos subsídios. Isso é uma imagem péssima para a agricultura portuguesa.(...)
O Estado não tem vocação para ser proprietário. O Estado tem que guardar para si a possibilidade de continuar a fazer experimentação para guardar o património genético. Para isso não precisa de 100 mil hectares.

Pares entre Primos

Alguém tem dúvidas de que eu - caída de paraquedas na política em 2002 - alguma vez teria sido integrada na lista europeia do PS, em 2004, se não fosse a determinação do então Secretário-Geral Ferro Rodrigues de me incluir e de se valer do sistema de quotas que, pela primeira vez, fez aplicar no Partido para me colocar no lugar elegível na lista em que fui apresentada ao voto do eleitorado?

Isto, meus Senhores e minhas Senhoras, é a política portuguesa no seu melhor. Ainda para mais, vinda de alguém que sabe o que é a democracia e que ainda há coisa de dois anos, contestando uma decisão do Presidente da República, se preparava para ir para a rua defender o regime democrático (na altura também estava ofendida, lembram-se?).

Cá vão as minhas preocupações:

Primeira preocupação:
Ana Gomes (AG) afirma-se caída de pára-quedas na política portuguesa. Pergunto eu: a quem devemos nós a queda de tão magnífico anjo?

Segunda preocupação:
De acordo com AG, o “Secretário-Geral Ferro Rodrigues” para a “colocar no lugar elegível na lista” (leia-se: para a nomear), teve “de se valer do sistema de quotas”. Ora bem, à parte da questão das nomeações versus eleições políticas (que, essa sim, é perigosa para a democracia), ficámos a saber que, afinal o secretário-geral do PS precisa “de se valer” de subterfúgios para se fazer ouvir?

Terceira preocupação:
O que AG revela é verdadeiramente perigoso: um instrumento que tem em vista alegadamente o aperfeiçamento da democracia, como a regra da paridade, é, na sua génese, subvertido para funcionar como puro mecanismo de nomeação política e, como tal, radicalmente anti-democrático.

Só para concluir, o que me preocupa verdadeiramente é que a nenhum dos eleitores foi dada a oportunidade de votar na senhora deputada em causa, ou em qualquer outra ou outro. Se me permitem, o que se pode concluir daqui é que, com leis da paridade ou sem leis da paridade, a democracia portuguesa está reduzida a um grupo restrito de grandes-eleitores, ou mandantes, que escolhem soberanamente os mandatários dos eleitores normais, cidadãos e contribuintes normais, vulgares, mandados.

Sinais positivos de Alan Garcia

LIMA, Peru - President-elect Alan Garcia on Tuesday stressed his support for free markets and said he will vigorously court foreign investment for Peru, but he said he plans to renegotiate a trade accord with the United States signed by the outgoing government.

(...)

Garcia, whose 1985-90 socialist presidency ended in economic ruin and with Peru beset by a growing Shining Path insurgency, said he would encourage the early dissolution of Congress if it proved unresponsive to the people's will. He takes office July 28.

He was asked during a 90-minute news conference whether he got U.S. help against Humala, who was strongly supported by Venezuela's anti-U.S. president, Hugo Chavez.

"I am sure that if I would have received the support of the U.S. Embassy, I would have lost the elections," Garcia said with a big smile. "Mr. Humala lost the election, among other things, due to the support he received from Mr. Chavez."

The 57-year-old politician adroitly turned the Venezuelan leader's vigorous endorsement of Humala to his advantage, and went on to win the runoff 53 percent to 47 percent.

Percepção dos militares na opinião pública dos EUA continua positiva

"Ciência", "Modernidade" e outros Bezerros de Ouro

Clinton vs. Coulter (2)

"I think if she's worried about people being mean to women she should have a talk with her husband," Coulter told radio host Sean Hannity, who was hosting a book signing for the conservative firebrand on Long Island.
New Poll Lets Readers Vote on Hillary Clinton’s Most Vicious Quotes

John Wauck: Da Vinci & Opus Dei

8.6.06

Clinton vs. Coulter

Ditadura na Venezuela

Milícias islâmicas em aparente recuo na Somália

MOGADISHU (Reuters) - Warlords driven out of Mogadishu by an Islamist militia are advancing back toward the Somali capital from their last stronghold of Jowhar, residents said on Thursday.

(...)

Scores of residents had fled Jowhar fearing an Islamist offensive. They had stopped leaving on Thursday.

(...)

"The town is much calmer. Residents are happy the Islamic militia have moved back," Warsame said.

He said hundreds took to the streets there to support U.S. President George W. Bush's statement of concern that Somalia should not become an al Qaeda safe haven.

Critérios bloquistas

O Modelo Sueco revisto e dimínuído

If the Myrdals were right when they said that if the welfare state couldn't work in Sweden, it wouldn't work anywhere, what will it mean if Sweden's system fails? The answer seems obvious.

Situação inacreditável em Timor

O acordo negociado hoje define que a GNR «só pode intervir se for chama da a fazê-lo pelos efectivos militares» australianos e neozelandeses, explicou fonte próxima do governo, referindo que o acordo foi unanimemente aceite pelos responsáveis timorenses e pelos representantes dos quatro países que destacaram forças em Timor-Leste - Portugal, Malásia, Austrália e Nova Zelândia.
(via Blasfémias)

E convém ter em atenção que o spin nos títulos e tratamento editorial da generalidade dos mass media portugueses relativamente a esta questão está a atingir proporções orwellianas...

Mirandismo de volta às páginas da Atlântico

Tory Blair e o guterrismo

Starring David Cameron. A carreira política de António Guterres está a ser objecto de uma transposição cinematográfica, levada a cabo pelos Estúdios Tories.

O problema iraniano

O problema americano para lidar com o Irão não é militar, mas político. Uns quantos porta-aviões, F16 e armas de precisão bastavam para reduzir a cinzas o "programa nuclear iraniano". O problema americano está nas opiniões públicas ocidentais, cujo desafecto pelo seu mundo e horror ao conflito tornam impossíveis acções militares eficazes. Mesmo que essas acções visem impedir o fabrico de mais umas bombas nucleares. É típico do ocidental: toda a bomba americana é repugnante, mas fabricada em Teerão torna-se logo num miminho exótico a cultivar. Para além do milenarismo, é este o jogo do Presidente do Irão: a extraordinária acumulação de armas nos EUA corresponde, na verdade, a uma enorme fragilidade política.

O Irão arrisca-se a ser uma espécie de nova Coreia do Norte, o país que, de negociação em negociação vai recolhendo múltiplos subsídios ocidentais para impedir a fome da população, ao mesmo tempo que constrói um magnífico arsenal nuclear. Mas uma coisa é a Coreia, um pequeno território encravado entre a Rússia e a China. Outra, um dos maiores produtores de petróleo, bem no meio da mais explosiva região do mundo. Quando a bomba iraniana tiver obrigado os vizinhos a desenvolver a sua própria bomba (por motivos de equilíbrio regional), quando a bomba iraniana tiver servido para fazer avançar a "revolução islâmica", quando a "revolução islâmica" mantiver o Ocidente refém por via do fornecimento do petróleo (o que já vai fazendo), a conclusão não virá a ser certamente de que uma ameaça credível agora talvez tivesse impedido a situação de chegar tão longe. A conclusão, inevitavelmente, será de que os culpados são os americanos. Quanto a mim, não poderia estar mais de acordo.

Re: O poder dos não-eleitos

Culto da personalidade?

O poder dos não-eleitos

Quantos portugueses votaram para eleger quem tão grande influência tem sobre as suas vidas?

Maior competitividade internacional

O campeonato português de futebol terá a partir da próxima época 16 clubes competindo entre si. O campeão da última época, o FC Porto, irá também competir na Liga dos Campeões, contra os melhores clubes da Europa. Para quê dispersar recursos (jogadores) por 16 equipas? Para quê ter equipas portuguesas a competir entre si, quando poderíamos ter uma grande equipa a competir internacionalmente? Acabemos com o campeonato nacional. Deixemos o FC Porto, sozinho, permitindo que se "redimensione" com os recursos adquiridos às outras equipas, para poder lutar contra gigantes como o FC Barcelona ou o AC Milan. Os espectadores serão prejudicados? Terão menos jogos para ver? Só poderão ver jogos com bilhetes mais caros? Não vejo qual é o problema.

Cameron, o redistribuidor

David Cameron tenta agradar a gregos e troianos (BBC):

David Cameron has outlined his desire for equality and redistributive taxation to show how he plans to shake up the Tory party.(...)
Mr Cameron defended his policy director Oliver Letwin who was criticised last year for saying that redistribution should be the aim of Tory tax policy.
"He was saying something that was blindingly obvious: any party that accepts some sort of progressive tax system is in favour of redistribution - that's a very sensible thing to say."
But he said that while he wanted greater equality and redistribution, that did not mean penalising the super-rich.
"My view is that the greatest concern we should have is not the gap between David Beckham's wages on the one hand, and someone on benefits on the other," he said.
"I don't think making the top 1% richest poorer makes the 10% poorest richer."

O Código da Fé

"O que é a fé? Pode haver evidências para a fé? Provas para a fé? Vamos começar a debater com autores de ‘best sellers’ de mistério e de teorias da conspiração? Vamos contrapor nossas razões às deles? Vamos mostrar mais 'dados', mais 'provas', mais 'fatos históricos' que coloquem os deles em contradição? Sim? Vamos fazer isso? Seremos mais eruditos do que eles? Então, não temos fé.
(...)
Como é fácil, então, supor de Cristo e da Igreja qualquer teoria que apague seu mistério e que o reduza à simplicidade e estrelato de nossas teorias da conspiração. Aqui eu cito Roberto Bosca: 'como atrai a certa mentalidade o querer descobrir, por trás de tudo, o plano mestre, a mão humana, a conspiração. Como é fácil, como é simples. Como é difícil ser humano, finito, contingente, frágil, quase cego, abandonar-se à dimensão do mistério de Deus, que acolhe em seu seio de uma maneira que não é a nossa: sem nossa ciência, sem o nosso pensamento, sem nossas armas e defesas. Uma maneira que horroriza o coração humano depois do pecado original e que se chama, simplesmente, cruz'."

Gabriel Zanotti, "O Código da Fé"


(via CIEEP)

Eurodeputada defende paridade

Alguém tem dúvidas de que eu - caída de paraquedas na política em 2002 - alguma vez teria sido integrada na lista europeia do PS, em 2004, se não fosse a determinação do então Secretário-Geral Ferro Rodrigues de me incluir e de se valer do sistema de quotas que, pela primeira vez, fez aplicar no Partido para me colocar no lugar elegível na lista em que fui apresentada ao voto do eleitorado?
AG acredita que, no Partido Socialista, o mérito é secundário à preferência pelo género masculino. O sistema de quotas elegeu-a mas, depois desta acusação, duvido que as opiniões se alterem.

Vitória

Momento politicamente incorrecto

Eterno etorno: da Bolívia ao Zimbabwe

Dali passou por aqui ou trapalhadas (2)

Ann Coulter: "abolish the Department of Education"

Cybercast News Service: In your book, you state: "If you gave all the money in the United States to the public schools, they would not improve; they would simply cost more." Can you envision any federal attempt to improve education at the local level that would be effective?

Ann Coulter: Yes, abolish the Department of Education and bring RICO suits against the teachers' unions.

Para que serve a Autoridade para a Concorrência?

O "progresso" pela via legislativa

Não, não podemos esperar que 'as coisas' avancem "naturalmente": o progresso também se faz pela via legislativa - sempre se fez.
É de louvar a clareza, mas não deixa de ser preocupante que haja no PS quem pense desta forma.

Dali passou por aqui ou trapalhadas

A GNR está confinada ao seu quartel improvisado em Díli com ordens do Governo português para não sair para o terreno, devido a um bloqueio diplomático nas negociações com a Austrália sobre as cadeias de comando.


As trapalhadas em que estes Ministros nos metem raiam os limites do absurdo. Não são brincadeiras, cartas de agradecimento escritores mortos nem “santanetes”, são assuntos sérios, de investimentos criticos (OTA, TGV, Madeira ou refinaria), Justiça (férias judiciais), incêndios e diplomacia a sério. Uma palhaçada. Não se percebe sequer se é incompetência ou pura ma-fé. Adeus.

7.6.06

Falta de unidade sindical

Jihad no Canadá


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Terror raid in Canada rolls up 17 jihadis
Toronto's top cop urges calm after arrests
Plan to 'behead' PM
Imam: Canada Suspects Didn't Seek Violence
Canada faces 'jihad generation'

As opiniões:
From isolation can come rage
Canadian Blindness to Terror
Time to challenge Muslim extremists
Moderate Western Muslims, speak up!
The Muslim Canadian Congress fared only a tad bit better. They praised the police, and expressed dismay that members of their community might be guilty as charged. And then they managed to blame President Bush, British Prime Minister Tony Blair, and even Harper for the fact that any such terror cells might exist. So far, only the Council on American-Islamic Relations Canada (CAIR-CAN) has managed to issue a condemnation of terror, and praise of the police, without tacking on a "but," a "Bush," or a "Canadian troops in Afghanistan."
I was happily surprised at CAIR-CAN's press release. I shouldn't have been. We must expect that Western Muslims will wholeheartedly condemn Islamofascism, without any conditions placed on that condemnation. Without that, we may reach a point of divisions too deep to mend.

Condicionalismo moral e escolha I

I swear by my life and my love of it that I will never live for the sake of another man, nor ask another man to live for mine
. Atlas Shrugged, Ayn Rand

Sem isto, não há Liberdade que nos valha.

Os sinos dobram por nós

Terrorismo no Canadá

Obrigado pela indicação, Roger Kimball

Cálculo económico

Seis dezenas de habitantes da freguesia de Fragoso, concelho de Barcelos, prejudicados com o incêndio, que durante três dias atingiu a zona, realizaram esta terça-feira uma marcha lenta de protesto contra o atraso dos meios aéreos no combate às chamas.

(...)

Segundo Domingos Sá Névoa, um dos organizadores da manifestação, a não comparência de meios aéreos no local fez com que a área ardida, que calcula em 10 mil hectares, "fosse muito superior ao que teria sido se os aviões tivessem atacado o fogo".

[SIC]
Se lhe perguntassem, provavelmente o Sr. Névoa(!) não saberia apresentar valores para as perdas incorridas por todos os proprietários nem o custo do aluguer dos meios aéreos - além de não conseguir prever o diferencial de área ardida, caso tivessem sido usados os referidos meios.

Porém, o Estado também não consegue efectuar semelhante cálculo económico! Até pode saber (de forma mais ou menos precisa) o custo dos aviões, salários dos bombeiros, probabilidades de eficácia dos diferentes meios usados, etc. Falta-lhe, contudo, saber o valor da área que está/vai arder. Essa informação só os proprietários a possuem.

Os protestos acontecem porque não são os proprietários a pagar (directamente) os meios de combate aos incêndios. Para estes, o único custo percepcionado é o valor perdido na propriedade incendiada. Para o Estado, o custo é político - as dotações financeiras para o combate aos incêndios são arbitrárias porque o Estado não consegue calcular o seu custo de oportunidade.

De Mr Bean ao caos

O Partido Popular espanhol cortou relações com o governo socialista de José Luis Rodriguez Zapatero. O líder do PP acusa o chefe do executivo de ter cedido às exigências da ETA.
Mariano Rajoy considera uma "vergonha" os contactos políticos entre os socialistas bascos e o braço político da organização separatista basca.
O líder do PP garante que vai investir "toda a energia para impedir o que considera um grave atentado contra a ordem jurídica, a legalidade democrática, o Estado de Direito e a segurança".
O primeiro-ministro espanhol, José Luís Zapatero, anunciou segunda-feira que pretende "abrir um novo espaço político" para falar sobre as negociações com a ETA.

Segundo os jornais espanhois, Zapatero e Rajoy fizeram um acordo em não abordar a questão basca durante o debate da semana passada. Quatro horas depois do fim do debate, o primeiro anunciava que tinha autorizado o PS basco a iniciar negociações com o Batasuna. Nesta questão, que sempre foi relativamnte consensual entre os partidos, Zapatero tem-se comportado (esta não foi a primeira)de modo incompreensivel. Depois da Catalunha, vem ai a Nacion Andaluza e os Galegos estão estranhamente silenciosos. Ja deu um general demitido pelo meio, ha juizes sob fogo cruzado...Pelo sim pelo não, mais vale juntar os trocos e procurar casa na Florida, na Gold Coast ou em Bangalore, porque isto vai acabar mal. Era so o que nos faltava.

Sem-Terra depredam a Câmara dos Deputados

Cerca de 300 manifestantes do Movimento de Libertação dos Sem Terra que invadiram e depredaram as dependências da Câmara dos Deputados na tarde desta terça (6) foram detidos no final da tarde e levados, de ônibus, para o ginásio da Polícia Militar no Distrito Federal, onde serão identificados.


Tem alguém que realmente vê todos estes episódios - como o do PCC - como se não tivessem nada a ver um com o outro?

6.6.06

Espanhóis querem comprar centro de decisão estrangeiro

Airports operator BAA has confirmed its support for a takeover by Spanish building group Ferrovial.

BAA, which runs seven UK airports, has agreed to an offer of 950.25 pence a share offer, valuing it at £10.3bn.

Ferrovial beat off competition from a consortium led by US bank Goldman Sachs, which said it had made an offer worth a total of 955.25p a share.

[BBC]
Haverá coragem política em Portugal para privatizar a ANA?

Sobre o Processo Revolucionário em Curso no Brasil

Somália

"Until we get the Islamic state, we will continue with the Islamic struggle in Somalia," Sheikh Sharif Ahmed, chairman of Mogadishu Islamic courts, told a rally of hundreds.

"This is a long Islamic struggle and it will continue until the whole country comes under Sharia law," Fuad Ahmed, a militiaman loyal to the Islamic side, told Reuters. "We are ready to shed our blood in order for that struggle to succeed."

Ausência incompreensível

Leitura recomendada (2)

Leitura recomendada (1)

Em Espanha, a inflação há muitos meses que ronda os 4%, sendo que o défice externo está perto dos 9%, dois pontos acima dos valores dos EUA. Não fosse o facto de Espanha pertencer à união monetária, e Zapatero já teria sido obrigado a desvalorizar a antiga peseta e a aumentar as taxas de juro para, deste modo, evitar uma catástrofe.

(...)

De qualquer modo, a inflação sobe porque a procura é superior à oferta. E isto aconteceu porque as condições de financiamento foram, durante muito tempo, bastante aliciantes – o que estimulou o consumo privado, com taxas de juro reais negativas –, e também porque a despesa pública superou, largamente, o que seria aconselhável para dissimular uma política monetária, que se encontra fora do controlo do governo, e que é delineada pelo Banco Central Europeu, sem que Madrid ou Lisboa possam fazer seja o que for.

(...)

Nós, os espanhóis, temos cada vez mais dificuldade para vender os nossos produtos ao estrangeiro, é mais compensador importar bens e serviços, ou então, deparamo-nos com ambas as situações, acrescidas do perverso facto de que Espanha perdeu algum do seu chamariz do investimento estrangeiro, devido aos elevados custos de mão-de-obra e a um marco laboral bastante rígido e resistente ao tipo de reforma exigida pelos tempos que correm. Além do mais, acrescentaria um outro motivo para justificar a prostração que nos começa a invadir. Se bem que para Portugal, fomos sempre e incompreensivelmente, um país antipático, a novidade é que também nos transformámos num país inóspito para o investimento estrangeiro. Se à passividade reformista do governo, em matéria económica, unirmos os nossos delírios territoriais ou a polémica negociação com a ETA, se tivermos em conta o estado de efervescência e de divisão ideológica do país, ou se, ainda, pesarmos a nossa política exterior extraviada, não é de estranhar que os empresários tenham as suas dúvidas em relação a Espanha. Sendo assim, não deveria Portugal aproveitar esta oportunidade?

Desmentir o Código Da Vinci

Porquê perder tempo a desmentir o Código Da Vinci?

De acordo com sondagens recentes, 60% das pessoas que leram o livro acredita que existe um fundo de verdade no argumento principal do livro.

A probabilidade de os leitores do livro considerarem que o Opus Dei é uma seita de assassinos é 4 vezes superior à média dos não leitores.

Quase 1 em cada 3 leitores (33%) acredita que o Priorado do Sião era uma organização medieval. Apenas 6% dos não-leitores acredita no Priorado do Sião.


Outro estudo refere que entre os leitores do livro, 1 em cada 4 afirmam que o livro foi útil no que diz respeito as seu "crescimento espiritual ou compreensão".

Espaço publicitário descarado # 2

Vale a pena o passeio

Inalar estatismo

A (outra) guerra civil "esquecida"

A prudência indevida

D Day

Felinos domésticos

Esta primeira missão serviu para marcar território incluindo em relação ao exército australiano.
Ora bem. Segundo a reportagem, temos então os soldados da GNR transformados em felinos domésticos entretidos a marcar território, não vão os outros machos esquecer que eles também andam por ali.

5.6.06

Tudo ou nada?

The fundamental question is whether Islam as a private faith would still be Islam, or whether such privatization would spell its doom. I think it would spell its doom. In this sense, I am an Islamic fundamentalist. The choice is between all and nothing.

Ainda sobre Bolonha

Mesmo do mal pode resultar o bem (3)

Bola de neve fiscal

Enquanto que deste lado da fronteira as empresas se queixam de que o negócio vai mal e o Governo está a braços com um verdadeiro buraco nas contas públicas, do lado de lá, há quem faça negócio à nossa custa e os cofres do Estado espanhol só ganham com isso.

Os comerciantes portugueses queixam-se de uma quebra de 20 a 40% nas vendas, pelo menos nas zonas fronteiriças, mas os comerciantes espanhóis falam de uma onda de clientes portugueses, que fazem fila nos seus estabelecimentos.

[Agência Financeira]
Devido ao estado das contas públicas, o Governo português não conseguirá, a médio prazo, dar resposta à concorrência fiscal dos espanhóis. Reduzir a despesa pública (e, consequentemente, os impostos) parece ser uma tarefa politicamente impraticável, dado que qualquer medida orçamental relevante será sempre contestada pelos grupos de interesse afectados.

Assim, a solução mais eficiente passa pela descentralização do Estado, permitindo aos municípios gerir os serviços públicos aí localizados, bem como a cobrança de impostos - mesmo que parcial.

As câmaras municipais junto à fronteira serão as primeiras a tentar diminuir a carga fiscal dos comerciantes via redução das despesas e/ou aumento do IRS, sendo que a segunda opção pode provocar o exôdo dos seus munícipes. O efeito "bola de neve" poderá, deste modo, influenciar a gestão financeira dos concelhos limítrofes até chegar a Lisboa...

Deixar uma porta aberta

Deixar ao inimigo cercado uma saída por onde fugir.
Encurralado, o inimigo luta até à morte!

Cavaco Silva, ao vetar a Lei da Paridade sem, no entanto, questionar a inconstitucionalidade da mesma, possibilitou ao Governo uma "saída" para este minimizar os efeitos políticos da derrota.

Mounties always get their man

Pelo menos, desta vez conseguiram.

CANADIAN authorities have thwarted what they believe to be a major terrorist threat with the arrests of 17 people "inspired by al-Qaeda" who had stockpiled huge amounts of explosives.

The Royal Canadian Mounted Police said the suspects, 12 men and five juveniles, were all Canadian residents, mostly from the Toronto area, and were rounded up in raids over the weekend.(...)
Authorities bore down on the suspects after the group secured three tonnes of ammonium nitrate, a fertiliser that can be used to make explosives.
"It was their intent to use it for a terrorist attack," Mike McDonell, assistant commissioner of the mounted police, said yesterday in Toronto.
"To put it in context, the 1995 bombing of the Murrah Federal Building in Oklahoma City that killed 168 people was completed with only one tonne of ammonium nitrate."
He said the group "posed a real and serious threat".
"It had the capacity and intent to carry out these attacks."

Cábulas

A caminho do abismo

Coisas

Dia D

O when may it suffice?

Portugal Contemporâneo

Excesso de médicos em Portugal?

No mesmo país e no mesmo tempo em que o Ministério do Ensino Superior continua a impedir a abertura de novos cursos de Medicina, fundamentando-se num parecer do Prof. Alberto Amaral segundo o qual temos médicos em excesso, acabam de realizar provas de admissão às Faculdades de Medicina espanholas cerca de mil candidatos portugueses.A história parece um pouco confusa e, de facto, é.

Eleições no Peru

4.6.06

Mundo Moderno

Em destaque

Bolonha e a Universidade Portuguesa

Diz-me com quem andas...

Quando o comunismo treme

Chávez aposta no cinema como meio de propaganda

O presidente venezuelano, Hugo Chávez, inaugurou no sábado um estúdio de cinema nas imediações de Caracas, para ir contra a «ditadura» cultural dos gigantes de Hollywood.

Eleições

Erro cognitivo ou desonestidade intelectual?

"Lá fora"

O Insurgente e os monges albinos

EUA, Austrália e Timor

The US has supplied a transport plane and some marines to the East Timor deployment.

Mr Rumsfeld says the US is supporting Australia's approach.

"The Government of Australia is taking the lead and doing a very good job and they've managed to encourage some other countries to participate which is a good thing," he said.

Sobre a crise em Timor

Depois de Abu Ghraib, Haditha